Para mim a infidelidade é uma questão pessoal. Não é infiel quer pode, é quem quer!Para se ser fiel deve-se obedecer a meia dúzia de princípios e exigências sem as quais a fidelidade se torna uma demonstração de grande estupidez e alguma falta de visão…
A primeira condição para ser-se fiel é querer ser fiel. O querer é que conta. Se acha que deve ser fiel porque o outro ficava chateado, os pais a deserdavam, lá se ia a boa vida, as férias nas Caraíbas, este é o tipo de pessoa que mais dia, menos dia vai ser infiel. Se por outro lado, uma pessoa não vive com tudo o que quer, mas quando olha para o lado e alguém lhe pisca o olho pensa: uhhh até dava uma facadinha com este, mas o pior é que não me apetece nada… porque gosto é do outro, então a coisa está bem encaminhada. Porque a fidelidade não é só uma questão de principio; é uma questão de meios e de fins que se pretende atingir.
Quem quer ser infiel, não olha a meios para se entregar de alma e coração a actividades conjugalmente ilícitas. É nestes casos que a infidelidade se torna mais divertida, porque como se trata de uma técnica com alguma ciência, obriga os praticantes a requintes de dissimulação e malvadez bastante interessantes e até divertidos. Por exemplo ser infiel e no dia seguinte sentar na mesma mesa o amor oficial e o amante oficioso….
Depois, discutir conceitos de fidelidade e infidelidade, lançar os dados e deixar os dois estenderem-se ao comprido e teorizarem sobre a própria desgraça. Se todas as partes souberem que jogo estão a jogar… então ainda é mais divertido.
Um outro clássico é ser-se infiel com à mulher com a sua melhor amiga…. Tem algumas vantagens … como estão do lado do “inimigo” conhecem bem a vitima, é mais fácil agir sem ser apanhado… o pior é que a “vitima” também conhece muito bem os dois, logo os cuidados têm que ser redobrados.
Depois há as facadinhas em viagens de trabalho, ou quando o marido é caçador e até decide estar o fim-de-semana todo atrás das lebres…
Em qualquer dos casos e neste caso vou “falar” por experiência própria, porque já fui infiel… nunca fui apanhada…
Cá vão os meus conselhos:
1º Escolher um parceiro de facadinha com quem tem a certeza que gosta de andar ás facadinhas, não há nada de mais desagradável do que uma facadinha clandestina mal dada…
2º Descontrai-se… o conceito valido aqui é a alegria de viver, a diversão…
3º Se foi bom, repita de vez em quando… Se foi muito bom, nunca mais repita! Há coisas irrepetíveis! Se foi mau…. Porque apesar de todo o seu esforço não se sentiu bem a praticar o acto… então esqueça o assunto.
Na verdade, não há nada melhor do que um jantar com a nossa cara metade… e facadinhas… valem o que valem … Já o Amor.....!!!!
Sinceramente…. Não compensa perder o Amor … nem que seja o Amor por nós próprios… mas cada um é para o que nasce….Eu nasci para ser feliz e fazer os outros felizes :-)
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